Como escolher o disjuntor ideal

disjuntores-astra-eletricaOs disjuntores termomagnéticos servem para proteger as instalações elétricas contra curtos-circuitos e sobrecargas.

Visando obter o melhor funcionamento possível, é preciso escolher o disjuntor certo para a construção. Para isso, é preciso levar em consideração alguns aspectos:

1 – Número de polos:

Cada região do país possui um sistema de distribuição de energia. A entrega da energia nas residências pode ser feita com sistemas monofásicos, bifásicos ou trifásicos, dependendo da necessidade do consumidor e do padrão de fornecimento da distribuidora de energia (CPFL, Elektro etc.).

O número de fases que é utilizado na alimentação da residência deve ser igual ao número de polos do disjuntor. Ou seja, se seu sistema de alimentação for bifásico, você deve optar por um disjuntor bipolar para proteção. Para um sistema trifásico, utilize um tripolar.

Mas atenção, o número de fases não é necessariamente igual ao número de fios da instalação. Um sistema monofásico, por exemplo, é formado por um fio fase e um neutro (além do terra/aterramento).

2 – Corrente nominal:

A corrente transportada pelos condutores depende da potência dos equipamentos alimentados pelo circuito elétrico. Os disjuntores devem ser escolhidos em função da corrente prevista para o circuito que ele estiver protegendo. Para calcular o disjuntor correto para sua instalação, procure um eletricista.

 3 – Tipo de curva:

Existem disjuntores de curva B, C e D. Cada um deles possui um comportamento característico com relação à velocidade com que desarma e é adequado a um tipo de instalação.

 

Tipo de curva Tipo de circuito a que se adequa Exemplos
Curva B resistivos torneira elétrica
Curva C mistos (parcialmente indutivos) iluminação, instalações em geral
Curva D indutivos motores

 

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